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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Games - FIFA 15



#epic #butno

Cara, eu sou muito adepto ao PES, então testar esse FIFA já foi um grande desafio. Primeiro, por que não sou o melhor o melhor jogador de futebol virtual do mundo. Segundo, por que tenho um pequeno grande problema com o FIFA pelo fato de ele ser MUITO REALÍSTICO (e na minha visão eu acho que se eu estou jogando uma coisa no videogame, uma coisa VIRTUAL ela não tem que ser realística, tem que ser... virtual?). E terceiro, pelo fato de que nunca avaliei um jogo novo, ou seja, foi um desafio me acostumar com os controles, ao mesmo tempo conversando, avaliando e tentando fazer gols. Mas no geral gostei do jogo.

Positivos: O jogo é bem mais jogável que os antigos. Eu, particularmente achei MUITO lento o FIFA 2014, e sem nenhuma jogabilidade. Esse eu gostei muito, pois dependendo do seu time, o jogo fica muito rápido e muito jogável, o que mudou minha opinião sobre o FIFA.
Gráficos ótimos. Sabe aquele cabelo estranho do Neymar? Ele conseguiu deixar o cabelo BEM mais realista. Mostra a barba, e se duvidar os "cabelos loiros" do Robben. O gramado é bem verde, o que ajuda na hora da percepção e não te deixa tipo "CADÊ A BOLA MEU DEUS".
Os times estão bem bacanas também. Tem os times de sempre, mas o método de procura ficou mais fácil de achar o time que você quer.

Nessa postagem vou ter ajuda do outro Administrador do Blog, Carlos, que é Team FIFA e vai falar os pontos negativos do jogo.

Negativos: Bem, eu achei que um dos pontos negativos principais foi o fato de que é uma dificuldade tremenda para se controlar, tipo quando você coloca o seu jogador para correr ou no pique você só consegue ir para frente e pra você fazer uma curva, por menor que seja ela já se torna difícil, outro ponto seria que o fato de o jogo querer imitar um jogo real. Ele automaticamente faz com que os passes nem sempre acabem certo e isso pode te frustar. A princípio, conseguir mexer nele e nos controles do menu/variados também é difícil.

É isso galera, comentem sobre o que acharam do jogo, e sobre a nossa avaliação.
Falous,

Felipe e Carlos.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

O Teorema Katherine



#euri

Não entendo até hoje como meus amigos que leram acharam esse livro chato. Dentre os livros do João Verde na minha opinião, ele é o 2º colocado como mais legal, acima de Quem é você, Alasca?, A Culpa É das Estrelas, Will & Will e Cidades de Papel, (nessa ordem) só perdendo pra Deixe a Neve Cair, o livro em que eu mais ri de todos. Na verdade, eu sou meio grilado com drama. Não gosto de muito "Ah, ela me deixou, buá, buá, buá" mas sei que eles são importantíssimos em qualquer romance então tem uns que dá pra aguentar, como Percy e Annabeth, que são namorados mas não ficam "Oh, eu te amo!" "Oh, eu morreria por um sorriso no seu rosto!", mas cara, OTK excede um pouco o meu limite de romantismo.
Eu achava chato sempre que ele lembrava dos detalhes onde a Katherine 19 terminava com ele, e quando ele ficava muito meloso. Eu gostava de saber a história das outras Katherines, pois elas eram geralmente engraçadas ou ele se lascava então eu sempre ria. Mas, o livro, no geral, me fez rir muito. Na parte em que o Colin se finge de francês e o Hassan de tradutor eu ri demais. E ele tem muito humor em contraste com uma quantidade palpável de drama, então ele era fácil de suportar, pois logo depois do "Ah, que saudade da Katherine" vinha um "Cale a boca e volte pros livros, gênio!" e isso não deixou o livro monótono (como aconteceu na parte Depois do Quem é você, Alasca?)
O final me agradou, o que por incrível que pareca, não é normal de acontecer com as obras do John Green. Um dia, meu sábio professor de português (o melhor professor da minha vida), falou: "O problema de vocês, é que vocês gostam de dar continuidade nas histórias". E lendo os livros do João Verde eu percebi exatamente isso. Eu sinto a vontade de um final mais extenso, de uma continuação. Por isso leio sagas, pelo fato de elas serem contínuas. E aí, quando ele começa a namorar você sabe quem, e ele faz os cálculos com o teorema e ganha sua previsão, que logo depois seria desfeita e eles viveriam felizes para sempre, você entende a mensagem do livro. O problema de certos livros é terminar com metade da mensagem incompleta, incompreendida, mas esse não. Você entende no final, que o passado e o presente podem ser escritos, mas que o futuro é só uma continuação de ambos, na qual nenhum cálculo pode interferir.
É isso, espero que tenham gostado, comentem e compartilhem por aí. 
Vivam em uma mansão rosa,
Felipe.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Música - Neon Future

#fuckingawesome

Steve Aoki seu danadinho! Fez todo o CD por baixo dos panos e quando menos esperávamos, BAM, lançou! Eu nem sabia que ele ia lançar CD, então quando eu vi no Instagram eu fui logo baixar. (só pra deixar claro, eu baixo músicas que nunca ouvi, ouço, se gostar mantenho na playlist, se não, apago) Eu baixei como quem não queria nada, e esperei até terminar o download de todas para poder ouvir uma por uma e BAM², QUE CD LOUCO!
As músicas tem muita batida, batidas legais por acaso, e as que tem lyric ou featuring ficaram muito boas!
Eu fiquei apaixonado pelo CD, admito. Eu adoro EDM então tipo, eu meio que entendo do que estou falando, e olha, eu gostei realmente desse CD. O Steve soube misturar as batidas e soube colocar elas no momento certo que fizesse com que a música ficasse previsível a ponto de você saber quando vai ter que pular do chão com as batidas. O duo AFROKI ficou muito bom, velho! Born to Get Wild, Neon Future, No Beef são muito dançantes e NOSSA as batidas são tuts tuts tuts daquelas que você pula na balada, sacas? Eu realmente adorei esse CD, e vou até comprar na loja mais próxima pra colocar na minha pequena grande coleção de CDs.
O engraçado é que os CDs de EDM lançados esse ano não foram tão bons. Ele se destacou perante os outros, e já deve ter meio caminho andado pro Grammy de Melhor CD de EDM, superando os outros DJs que lançaram seus discos nesse ano. E além de provar por que ainda é o 8º melhor DJ do mundo (posição injusta na minha opinião sorry not sorry), ele ainda é super gente boa e seguir ele no Instagram (@steveaoki) vale a pena pra ver os shows e fotos engraçadas que ele posta.

É isso, vou ficando por aqui, espero que ouçam o CD!
Bring the beat back,
Felipe.

Quem é você, Alasca?

Antes = cool
Depois = shit.

O livro é bem legal até o depois, os personagens são engraçados, a história é bacana e você sabe que o Miles e a Alasca vão se engolir em algum momento. Mas depois que ela morre a história fica morta (ba dum tsss). Sim, ela morre. "Ohhh Felipe, você nos deu um spoiler monstro!" Que se lasquem, eu tinha que falar isso, por que é onde a história fica chata. Quando ela morre, o Miles fica OBCECADO em descobrir as últimas palavras dela porém PORÉM, ele acaba deixando a história um saco quase fazendo jogo do copo pra achar o espírito dela. "Ah Felipe, era um ato de amor!" Amor de agente do FBI psicopata né? Por que o garoto corre na brasa do churrasco do Diabo pra saber as últimas palavras dela como se ISSO FOSSE IMPORTANTE. Eu não queria saber as últimas palavras dela! Pra mim, o livro poderia tido mais coisas engraçadas (como o trote do cabelo azul no qual ninguém venceu a raposa), e terminado com a morte dela e UM POUCO de chororô adolescente, afinal, era o que a gente queria, morte e drama. Mas cara, fazer mais 76483437 capítulos do menino fazendo um drama colossal e descobrindo em qual vaso sanitário a menina fez o primeiro xixi da vida não era necessário. Tinha tudo pra ser uma história muito boa, mas acabou sendo 10% engraçada e 290% dramática.

É isso, foi o que eu achei sobre o livro, e eu espero que comentem!
Abraços da raposa,

Felipe.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Resenha de CD - Random Access Memories


Bem, hoje venho falar sobre o CD de uma banda que realmente sou fã, Daft Punk. Creio que a maioria que está lendo este post, só vai saber quem eles são pelos sucessos Get Lucky, talvez Lose Yourself to Dance ou Instant Crush, porém, isso é até bom, pois é do CD em que eles estão, que eu vim falar hoje. (Me desculpem se algumas vezes eu superestimar os "robôs", eu sou fã, e posso dar muita moral para eles e acabar saindo da opinião impessoal que eu deveria ter). Aqui vai a sinopse do CD:

Random Access Memory é o quarto álbum de estúdio da dupla francesa de música eletrônica Daft Punk. O lançamento foi no dia 21 de maio de 2013 pelas gravadoras Sony Music Entertainment e Columbia Records. O álbum contém 13 músicas, e vem com muitas parcerias, como Pharrell Williams, Nile Rodgers, DJ Falcon e Julian Casablancas (The Strokes)

Este CD, pela minha visão do grupo, é um dos melhores lançados desde Discovery. As músicas são bem dançantes, e mudam um pouco o estilo dos outros CD's antes lançados. Depois de 3 anos sem lançamentos após fazerem a trilha sonora do filme Tron: Legacy, a dupla conseguiu fazer um incrível lançamento do CD no ano de 2013. O CD foi tão bem recebido pelos antigos fãs, que gerou aos "robôs" 5 grammys para aumentar sua coleção. Os mesmos foram:
  •  Álbum do Ano
  • Gravação do Ano
  • Melhor Engenharia de Som
  • Melhor Performance Duo/Grupo
  • Melhor Álbum de Eletrônica
Eu recomendo o CD. Não só por ser fã, mas, pelo fato de que ele possui músicas boas que podem animar a sua festa ou qualquer lugar. E espero que vocês tentem ouvir o mesmo.

Getting Lucky,
Felipe

domingo, 16 de março de 2014

Resenha de Livro - NATE


Eu, Felipe, assumidamente sou um fã de diários escritos. Eu adoro diários estilo Diário de um Banana e afins. E fazem uns 2 anos que encontrei esse livro em uma estante, e me senti curioso sobre ele. O dia em que NATE entrou para a história tem tudo para ser aquele livro que qualquer pessoa pode ler e rir com ele. Aqui vai uma pequena "introdução" sobre o livro:

Nate é um garoto de 12 anos, que faz o sexto ano e vive se metendo em confusões. Ele sabe que tem tudo para ser um sucesso, e quando ele lê em um biscoito da sorte que ele será "Destinado ao Sucesso" ele tenta obrigar o destino a lhe levar ao sucesso, fazendo coisas engraçadas e que possam destiná-lo ao sucesso.

Realmente, eu não posso ler este livro em nenhum lugar, não sendo minha casa, meu quarto, ou em um lugar reservado, pois eu não consigo parar de rir. Ele narra sua vida muito complicada em divertidos quadrinhos e sacadas muito engraçadas.
O livro não é muito popular, mas eu gostaria que fosse. Ele é muito engraçado, e eu me identifico com ele e sua natural inclinação a fazer besteira. Recomendo esse livro para todos, dos 8 aos 80, todos vocês vão ler e se divertir com a vida complicada de aluno do 6º ano de Nate Wright.
Espero que leiam e venham compartilhar comigo suas opiniões sobre o Nate.

Odeio a Jefferson!
Felipe.

O Começo.

Hoje, começo este blog, com o intuito de expressar minha opinião. Somente isso. Aqui vou falar o que achei sobre as coisas que gosto e acompanho, muitas vezes dar uma bela criticada nelas. Eu sei que você deve estar pensando "Quem é esse cara, pra criticar as coisas que eu gosto?", então eu vou explicar. Eu, sou eu, um menino que muitas vezes não concorda com as coisas da vida, do universo, do cosmos, da via láctea, e quer expressar isso. Não necessariamente você tem que aceitar tudo isso. Você poderia só fazer o lindo favor de compreender que você também tem suas críticas, e que poderia estar fazendo exatamente o que eu estou fazendo neste exato momento. Criticando. Pode me odiar, e pode me amar, eu estou fazendo o que eu gosto. 

Até,
Felipe.